Leila de carvalho Lourenço 27.03.2009 23h e 37 min.
Muitos dias se passaram, e nem um sinal de existência
Às vezes sinto falta do que não conheço
Enquanto uns que estão tão longe se fazem existir com tanta intensidade,
Outros que já estiveram próximos ao ponto de poder tocar se fazem a querer inexistir
Tudo o que eu peço a uma pessoa é sua presença
Não necessariamente de corpo, mas de sentir através da distância
E o pouco que eu peço geralmente não recebo,
Às vezes me preocupo com o bem estar do inexistente,
Às vezes prefiro nem pensar,
Por mais que as coisas possam não dar certo para todos, o carinho deve continuar
Afinal de contas, se vidas se encontraram alguma coisa de bom ficou em cada uma
Ultimamente tenho me precipitado demais em primeiras impressões
Dou muita confiança pra tantos, e geralmente acabo me arrependendo no final
E depois que a minha faze de arrependimento passa
Vem a de quem quer reconquistar a confiança
Só que sempre aviso, me encantar a segunda impressão não é tão fácil quanto à primeira
Cada um responde pelos atos que cometeu
Às vezes penso em desistir de vez, e fechar meu coração pra nunca mais abrir
Viver só, sem saber pra onde ir, mas pelo menos seguindo um caminho
Sem mais me importar, quem sabe me livrar do meu maior defeito
Apenas viver e dizer “descansa coração”
Porque não vale a pena se cansar por algo que nunca existiu
Às vezes penso que às vezes consigo
Mas acordo pra realidade do que sempre existiu
Nunca estou sozinha sou eu no caminho e Cristo comigo.
Olá Leila!
ResponderExcluirGostei muito deste! Parabéns, pois você escreve muito bem!
Que Deus te abençoe e possa te usar através deste talento que você tem!
Um abração